Em relatório divulgado hoje, o banco holandês projetou que os frigoríficos brasileiros produzirão mais de 9,8 milhões de toneladas de carne bovina neste ano.
O aumento do abate de vacas faz parte do processo de inversão do ciclo da pecuária que está em curso. Com os preços dos bezerros em queda, os criadores são estimulados a vender mais vacas, o que impulsiona os abates de bovinos do país.
Na avaliação do Rabobank, 2018 será um ano positivo tanto para os frigoríficos quanto para os pecuaristas. Com a maior oferta de gado para o abate, os frigoríficos devem reduzir a ociosidade, reduzindo custos fixos, apontou o relatório do banco. Do seu lado, os pecuaristas serão beneficiados por custos mais baixos com boi magro.
De acordo com o banco holandês, o ritmo da recuperação do consumo de carne bovina no Brasil será fundamental para definir a cotação do boi gordo. No relatório, o Rabobank cita a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil entre 2% e 3% em 2018. O crescimento da economia brasileira deve contribuir para o consumo de carne, o que o Rabobank considera ser “bem vindo” tendo em vista a maior oferta disponível.
Fonte: Valor Econômico.
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